A ordem do dia é “fôlego longo”. No centro disso, I Sarang Tongyeokdoenayo (doravante, “I-sa-tong”) segue entre os mais bem colocados e mantém a popularidade.
De acordo com o site de agregação de rankings de conteúdo OTT FlixPatrol, no dia 10, com base no dia anterior, “I-sa-tong” ficou em 3º lugar no TOP 10 de filmes da Netflix. O 1º lugar foi para o documentário da Netflix Investigação do Caso Lucy Letby.
Protagonizado por Kim Seon-ho e Go Youn-jung, “I-sa-tong” também vem tendo bom desempenho no Tudum da Netflix. Na 3ª semana após a estreia (26 de jan. a 1º de fev.), a obra registrou 4,3 milhões de visualizações e ficou em 1º lugar entre as séries de TV em idioma não inglês. “Visualizações” é a métrica obtida ao dividir o total de horas assistidas pela duração total da obra.
Logo atrás, vários títulos coreanos vêm encostando. O reality de namoro Inferno dos Solteiros 5 registrou 3,9 milhões de visualizações, enquanto Undercover Ms. Hong, estrelado por Park Shin-hye, somou 1,6 milhão, chamando atenção dentro e fora da Coreia. Já Oneulbuteo Inganimnida-man, com atuações intensas de Kim Hye-yoon e Lomon, ficou em 6º lugar.
Entre eles, a série da Netflix Bridgerton 4, protagonizada pela atriz australiana de origem coreana Ha Yerin, também iniciou um longo reinado no ranking. Após o lançamento da Parte 1, a obra alcançou o 1º lugar no ranking global da Netflix, mantendo o sucesso da franquia.
Se na Netflix esses títulos estão em alta, na vizinha Disney+ quem sustenta o buzz é Bloody Flower.
Bloody Flower, um thriller de mistério que retrata as histórias das pessoas em torno de um serial killer com a habilidade de curar todas as doenças incuráveis, após a estreia dos episódios 1 e 2 na semana passada, conquistou o 1º lugar no ranking diário integrado da Disney+ no FlixPatrol, no KinoLights e também no próprio site da Disney+, consolidando-se como o assunto do momento.
Em especial, dentro do conceito em que Lee Woo-gyeom (interpretado por Ryeoun) é um serial killer com genialidade médica, seguem diversas interpretações dos espectadores sobre vê-lo como alguém que “deve ser preservado” ou, independentemente do motivo, um “criminoso que deve ser punido”.