Com o frio dando trégua e a chegada da primavera, os gêneros de romance colegial e a ação eletrizante estão chamando a atenção do público. Nessa onda, produções coreanas dominam o topo dos rankings de OTT, comprovando mais uma vez a força do país como potência de conteúdo.
De acordo com o site de medição de rankings de conteúdo de OTT FlixPatrol, no dia 7, o 1º lugar (com base no dia anterior) ficou com a 3ª temporada de XO, Kitty, lançada no dia 2. A série é um spin-off do popular sucesso da Netflix Para Todos os Garotos que Já Amei e acompanha a protagonista Kitty (Anna Cathcart) vivendo histórias de amor e amizade enquanto estuda em uma escola internacional em Seul. Já na 3ª temporada, segue recebendo muito carinho do público, e atores coreanos como Choi Min-young, Gia Kim e Sang Heon Lee continuam em destaque desde as temporadas 1 e 2.
Na sequência, em 2º lugar, aparece Cães de Caça Temporada 2 (doravante, Cães de Caça 2). Lançada no dia 3, a produção mostra Geon-woo (Woo Do-hwan) e Woo-jin (Lee Sang-yi), que derrubaram uma quadrilha de agiotagem brutal, enfrentando uma liga global de boxe ilegal para desferir mais um golpe certeiro. Desde a estreia, internautas vêm deixando elogios como “melhor que a temporada 1” e “um banquete de cenas de ação”.
No segmento de filmes, HUMINT, lançado nos cinemas em 11 de fevereiro, ocupa o 1º lugar. HUMINT acompanha quatro personagens que seguem pistas de um incidente ocorrido na região fronteiriça entre a Coreia do Norte e a Rússia e partem para Vladivostok. O elenco, com Jo In-sung, Park Jung-min, Park Hae-joon e Shin Se-kyung, chamou muita atenção.
Apesar de ter se destacado pela narrativa densa, lutas corpo a corpo, tiroteios, perseguições de carro e pelas locações internacionais, o filme somou 1,98 milhão de espectadores, ficando abaixo do ponto de equilíbrio (4 milhões), o que deixou um gosto amargo. Ainda assim, ao ganhar nova visibilidade no streaming, seguem os comentários positivos: “todas as cenas de ação são marcantes”, “a construção dos personagens é excelente” e “pena não ter visto no cinema”.