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Após deixar a formação de estreia, caso Yoo Jun-won se amplia; Funky Studio move ação de 3 bilhões de won

Pais exigiram reduzir o contrato de 5 anos para 3 meses?

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Foto: MBC 'Fantasy Boys - After School Excitement Temporada 2'

O polêmico caso de saída não autorizada envolvendo Yoo Jun-won, ex-participante do programa de audição da MBC Fantasy Boys - After School Excitement Temporada 2 (doravante, Fantasy Boys), vem se arrastando e ganhando novos desdobramentos. A produtora Funky Studio afirmou que, apesar de ter tentado por diversas vezes abrir uma mesa de negociação para um acordo, todas fracassaram e, por isso, decidiu partir para uma resposta legal mais dura.

No dia 9, a Funky Studio declarou: "Pensando no futuro do artista, participamos com boa-fé do processo de mediação judicial. Ainda assim, o lado de Yoo Jun-won continuou a tocar, de forma unilateral, compromissos como fanmeeting mesmo durante o período de ajustes, sem demonstrar intenção de acordo". Diante disso, além do processo já em curso sobre o contrato de exclusividade, a empresa oficializou que iniciará procedimentos para reivindicar uma indenização adicional de cerca de 3 bilhões de won (KRW).

Segundo a produtora, Yoo Jun-won, logo após o fim da transmissão de 'Fantasy Boys' em 2023, vinha cumprindo sem problemas as atividades programadas como integrante do grupo de estreia, incluindo gravações e um fan concert no Japão. Porém, logo depois da agenda no Japão, durante a fase de ajustes finais do contrato, os pais de Yoo Jun-won teriam levado o artista de volta para a casa da família de forma repentina, causando sua saída do time.

A agência tentou dissuadir, mas a situação já havia ocorrido. Em seguida, executivos foram pessoalmente a Jeonju para se reunir com os pais e tentar convencê-los, e, por e-mail, reiteraram diversas vezes a disposição de analisar as condições apresentadas. Ainda assim, o lado de Yoo Jun-won manteve a posição inflexível de que "sem uma divisão de receitas de 6:4 (6 para o artista), o contrato é inviável". A produtora pontuou que "é uma exigência distante das práticas comuns para novos artistas" e acrescentou que, "considerando que a produção de um álbum demanda no mínimo seis meses, a proposta de contrato de apenas três meses, na prática, equivalia a rejeitar o acordo".

Sobre o fato de o lado de Yoo Jun-won ter dito em entrevista a um veículo que "não há confiança na empresa", a produtora respondeu: "É difícil entender o uso da palavra 'confiança' quando nenhuma das atividades previstas após o show no Japão foi realizada" e enfatizou: "Em décadas de história de programas de audição, não há precedentes de alguém sair do grupo às vésperas da estreia e ainda levar o caso aos tribunais; Yoo Jun-won é o único".

Nesse meio-tempo, de acordo com a Funky Studio, o perito judicial aconselhou: "Como os custos podem se tornar excessivos, é do interesse de ambos se encontrarem rapidamente e chegarem a um acordo". Atendendo a isso, o CEO Kim Kwang-soo se reuniu, por meio de um conhecido, com os pais de Yoo Jun-won em maio do ano passado. A conversa durou cerca de uma hora, e a produtora chegou a propor uma condição ousada: reduzir o contrato original de cinco anos em um ano. Naquela época, o Fantasy Boys vivia seu melhor momento, esgotando em sequência fan concerts no Japão com capacidade para 5.000 lugares.

Contudo, no dia seguinte à reunião, o lado de Yoo Jun-won enviou a resposta: "Se reduzirem o período contratual para três meses, há intenção de retorno". A partir daí, é de conhecimento público que as negociações, na prática, foram encerradas.

Por outro lado, recentemente, o lado de Yoo Jun-won anunciou diretamente uma agenda de fanmeeting no Japão, afirmando: "Estou animado, pois é o primeiro fanmeeting que preparei por muito tempo". O evento está programado para ocorrer em dois dias, 7 e 8 de março.