A ex-CEO da ADOR, Min Hee-jin, rebateu com veemência as reportagens sobre os supostos "contatos com investidores japoneses" envolvendo seu nome.
No dia 23, Min Hee-jin escreveu no Stories do Instagram: "Agora não há mais quem caia nesse tipo de ficção", criticando frontalmente a matéria. Ela acrescentou: "É um padrão muito visto inflar algo sem sentido para deixá-lo verossímil" e apontou: "Respeitem o fato básico de que eu também tenho direito de resposta durante a apuração".
Antes disso, o Dispatch noticiou que, no ano passado, Min Hee-jin foi apresentada a um magnata japonês para discutir opções de investimento, e que isso poderia ser relacionado ao movimento de independência do NewJeans. A matéria também acrescentou a alegação de que haveria indícios de envolvimento de Min Hee-jin no planejamento do show do NewJeans em Hong Kong e nos preparativos para a rescisão contratual, entre outros.
Sobre isso, Min Hee-jin afirmou: "Parece que a contra-viralização começou logo após a vitória esmagadora" e alertou: "Responsabilizarei civil e criminalmente pelas informações falsas".
Enquanto isso, a disputa legal entre Min Hee-jin e a HYBE foi concluída, em primeira instância, com vitória de Min Hee-jin. O Tribunal Distrital Central de Seul rejeitou a ação da HYBE para rescindir o acordo entre acionistas e acolheu a reivindicação relacionada ao exercício da opção de venda apresentada pelo lado de Min Hee-jin, determinando o pagamento total de 25,5 bilhões de won (KRW). A HYBE recorreu da decisão.