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Autor de invasão à casa de Nana faz nova alegação antes da sentença: "Fui cortado por uma faca"

Invasor da casa de Nana: "Reconheço a tentativa de furto, não foi assalto"

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Foto: Instagram de Nana

Um homem na casa dos 30 anos, levado a julgamento pela suspeita de invadir a residência da atriz Nana, ex-integrante do grupo After School, manifestou a intenção de apresentar materiais adicionais antes da sentença.

No dia 4, a 1ª Vara Criminal da Unidade de Namyangju do Tribunal Distrital de Uijeongbu realizou a audiência de defesa de A, um homem de trinta e poucos anos indiciado por assalto com lesões. Antes disso, o colegiado havia encerrado os debates no mês passado, mas reabriu a instrução antes da sentença.

A é acusado de, em novembro do ano passado, invadir a casa de Nana localizada na cidade de Guri, província de Gyeonggi, ameaçar Nana e sua mãe e tentar subtrair bens. O Ministério Público entende que A entrou armado com um instrumento cortante, agrediu e ameaçou a mãe de Nana, e por isso enquadrou o caso como assalto com lesões.

Na audiência de alegações finais realizada no mês passado, a Promotoria pediu uma pena de 10 anos de prisão para A, afirmando: "A gravidade do crime é extrema, ele não demonstra arrependimento e não chegou a um acordo com as vítimas". Já a defesa de A sustenta que não havia intenção de assaltar. O advogado afirmou: "Reconhecemos a invasão de domicílio durante a noite, mas houve apenas intenção de furto, não de assalto", acrescentando: "Também não há provas objetivas de que o réu tenha portado uma arma branca ao entrar".

Em suas últimas palavras, A declarou: "Reconheço a invasão de domicílio sem permissão e a tentativa de furto, mas não cometi assalto". Ainda assim, dirigiu-se às vítimas dizendo: "Peço sinceras desculpas às pessoas que sofreram com meu crime. Não voltarei a cometer delitos".

Na audiência suplementar, A repetiu sua posição anterior. Em especial, afirmou: "Recebi um laudo médico atestando que fui cortado por uma faca em mais de 5 cm" e teria informado ao tribunal que pretende apresentar o documento como prova adicional.

Na época dos fatos, A também apresentou uma queixa alegando ter sido ferido pelo lado de Nana. A polícia, porém, entendeu que os ferimentos ocorridos durante o processo de imobilização de A por Nana se enquadravam em legítima defesa e decidiu não encaminhar o caso. Posteriormente, Nana apresentou queixa por denúncia caluniosa contra A, alegando que ele a processou com informações falsas.

Por sua vez, a audiência de sentença de A está marcada para o dia 9.